A UJJI tem produto pronto, site à altura, selos do G2 e cases com número. O que este documento mostra não é falha de execução, é esforço aplicado no canal onde o comprador dela não está. Cada dado abaixo foi medido, tem data e pode ser conferido.
Consulta ao Social Blade em 26/08/2026. O perfil @ujji.ai tem 1.285 seguidores, segue apenas 9 contas e acumula 72 publicações, com média de 5,6 curtidas e 1,3 comentário por post. A taxa de engajamento é de 0,54%.
A faixa saudável de mercado vai de 1% a 3%. Abaixo de 0,5% já é considerado fraco. A UJJI está logo acima desse piso, e isso com um nível de produção muito acima da média.
A UJJI tem página de empresa no LinkedIn e os fundadores foram reconhecidos como Top AI Voice na própria plataforma. Ou seja, a autoridade já existe exatamente no canal onde o comprador B2B decide.
O que acontece hoje é que a máquina de conteúdo aponta para o Instagram, onde o retorno é de 5,6 curtidas, enquanto o canal com autoridade construída recebe uma fração do esforço. Não é falta de conteúdo, é endereçamento.
A UJJI construiu uma base que a maioria das empresas do porte dela não tem. O problema é que essa base depende de gente chegando até ela, e hoje não existe uma máquina levando ninguém.
Conferimos o comportamento do link: ujji.io responde com redirecionamento permanente para ujji.ai. A consolidação do domínio está correta, e isso é positivo. O detalhe é que a bio ainda aponta para o endereço antigo, somando um salto a mais no único link clicável do perfil.
Esta seção não é elogio. É a medida do que já foi pago, em produto, marca e reputação, e que hoje não retorna em pipeline.
Um concorrente com produto inferior, mas com anúncio rodando em cima de "plataforma de treinamento corporativo" e "alternativa a LMS", aparece primeiro na hora em que o head de RH pesquisa. A UJJI tem o melhor argumento e não está na sala.
Nenhum problema deste documento é de produto, de marca ou de site. Todos são de distribuição, e é exatamente por isso que o prazo para virar o jogo é curto.
Não há site novo neste plano. O site da UJJI já cumpre o papel dele. O trabalho é levar as pessoas certas até ele e transformar visita em reunião marcada.
Escolher por qual mercado e por qual perfil de comprador a máquina começa, para a mídia não gastar aprendizado em três frentes ao mesmo tempo.
Redirecionar o esforço de conteúdo e de mídia para os canais onde a decisão B2B realmente acontece.
Encurtar o caminho entre o interesse e a demo, e qualificar antes de ocupar a agenda do time comercial.
Fazer a máquina girar com número na mesa, para decidir investimento por dado e não por percepção.
As quatro fases acima são a aplicação do V2 Growth Engine, nosso método proprietário de crescimento previsível, em três pilares integrados e calibrados para o ciclo de venda B2B da UJJI.
Definição do mercado e do perfil de comprador prioritários, mensagem por persona, prova social do G2 e dos cases levada para página e anúncio, e rastreamento configurado. Sem refazer o site, que já cumpre o papel.
LinkedIn Ads por cargo e setor, Google Ads em termos de intenção alta, SEO sobre o blog existente e realocação do acervo de conteúdo para o canal onde o comprador decide.
Qualificação automática de quem pede demo, atendimento cobrindo fusos diferentes, rastreamento de origem por canal e nutrição de quem ainda não está no momento de comprar.
72 publicações de produção editorial gerando 5,6 curtidas e 0,54% de engajamento, num canal onde o comprador de software corporativo não decide.
Site em três idiomas, selos do G2 e cases com número, tudo pronto para escalar. E nenhuma máquina levando comprador até lá.
Produto maduro, site que cumpre o papel, selos do G2, cases com número e fundadores com autoridade no LinkedIn. Falta distribuição, não construção.
Este é o diagnóstico mais raro que fazemos, o de uma empresa que não precisa de site novo. O trabalho aqui é de distribuição, foco de mercado e máquina de demanda. E isso se monta em semanas.
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